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  • Foto do escritorFlávio Amatti Filho

HIPATIA: A SUPRESSÃO DO CONHECIMENTO E A PERSEGUIÇÃO AO SAGRADO FEMININO.

Atualizado: 1 de nov. de 2023


Significado do Hypatia

Derivado do grego ' υπατος (hypatus) que significa "o mais Alta, a suprema"


Não existem registros de como seria sua aparência.
Hipátia (ca. 350-415), a última grande filósofa, pitagórica Iluminatti, matemática, cientista, astrônoma e pagã do mundo antigo.

Nascida na cidade de Alexandria - Egito, Hipátia (ou Hypatia) em 370 EC, era filha do filósofo Theon de Alexandria, cuja vida pouco se sabe sobre ele, porém, sabe-se que ele fez previsões e observações de eclipses solares e lunares em 364, o que mostra que ele estava ativo naquela época, e diz-se que ele viveu durante o reinado do Imperador Romano Teodósio I.


IMPORTANTE: ENTENDENDO O ZEITGEIST DA ÉPOCA.


Mas, quem foi Teodósio ?



Teodósio I foi imperador do Império Romano entre os anos de 378 e 395. Entre os últimos imperadores romanos, é considerado um dos mais importantes.

Seu nome completo era Flávio Teodósio. Nasceu em 11 de janeiro de 346 em Cauca (atual Segóvia, na Espanha). Faleceu em Milão, em 17 de janeiro de 395


Principais realizações ocorridas em seu reinado: - Teodósio oficializou o cristianismo, através do Édito de Tessalônica (380), tornando-a única, oficial e obrigatória em todo império.

- Em 381, proibiu todos os ritos pagãos (não cristãos).

- Dividiu o império em duas partes: Império Romano do Ocidente com capital em Roma e Império Romano do Oriente (Império Bizantino), com capital em Constantinopla.

- Na época em que governou, o Império Romano já estava em plena crise. As invasões de povos germânicos (chamados de bárbaros pelos romanos) já estava acontecendo em várias fronteiras e em grande quantidade.

- No ano de 392, Teodósio publicou outro edito, cujo objetivo era proibir a adoração pagã e os sacrifícios.

- Teodósio convocou o primeiro concílio de Constantinopla, em 381, para condenar as heresias contrárias ao Credo Niceno (que o imperador seguia e era considerado o oficial no império).

- Nos últimos anos de seu governo, dedicou-se a elaboração de leis para combater a corrupção, a venda de crianças, a falsificação de moedas e a violência praticada contra escravos.

Uma imagem do filme Agora (2009) mostrando Hypatia de Alexandria (interpretada por Rachel Weisz) explicando algo para Theon de Alexandria (interpretado por Michael Lonsdale).

Hipátia era filósofa, astrônoma e matemática neoplatônica fez tantas realizações na literatura e ciência que suplantou todos os filósofos de seu tempo.

Havendo sido bem sucedida na escola de Platão e Plotino, ela explicou os princípios de filosofia para os seus ouvintes, muitos deles vindo de lugares distantes para receber seus ensinamentos.

Devido ao seu autodomínio e à sua maneira calma, que ela havia adquirido em consequência do cultivo da sua mente, ela aparecia regularmente em público na presença de magistrados.

E ela nem se sentia envergonhada por se fazer presente numa reunião de homens, porque devido à sua dignidade e virtude, todos os homens a admiravam.

Entre os seus feitos incluem-se o aperfeiçoamento do astrolábio – um instrumento que, mil anos depois, ajudaria os portugueses a conquistar o globo pelos mares, assim como um conjunto de textos nos quais explica, com extraordinária simplicidade, algumas das grandes (e complexas) ideias científicas e filosóficas do classicismo helénico.


Ilustração de Hipátia de Alexandria / Crédito: Divulgação

Dotada de uma oratória capaz de provocar dor de cotovelo a Winston Churchill, tornou-se professora de muitos jovens oriundos de famílias abastadas, e tal era o seu carisma que um dos pupilos apaixonou-se por ela, declarando-se lhe com pompa e circunstância.


Ascética e virgem, renunciaria até ao fim da sua vida a qualquer prazer carnal. O seu corpo deveria ser, portanto, da sua exclusiva propriedade.


Mas os tempos eram perigosos e o ambiente social, político e religioso era demasiado volátil. A cidade de Alexandria estava prestes a se tornar num fervilhante caldeirão de intolerância entre cristãos, judeus e devotos do politeísmo.


Os distúrbios e massacres por motivos religiosos eram o pão nosso de cada dia, com as tradições helenísticas a entrar em franca decadência.


Com o passar dos anos, os seus alunos tornaram-se os homens mais poderosos de Alexandria. Um forte testemunho da influência que ainda detinha sobre estes era o fato de os magistrados da cidade recorrerem ao seu aconselhamento antes de tomarem qualquer decisão importante.

Hipátia e seus alunos

Aproveitando o caos, uma nova força começou a ganhar cada vez mais poder: o cristianismo.


 

Para entender o contexto desse caótico processo, acesse o meu artigo, Agostinho de Hipona, de Delinquente a Santo e a Bíblia Católica de Mil Anos 👇🏼



 

Entendido esse contexto e o ZEITGEIST da época, voltemos ao assunto desse artigo:




De um lado, estava o prefeito imperial de Alexandria, Orestes, um cristão tolerante com os demais grupos não-cristãos; de outro, havia o bispo da igreja de Alexandria, chamado Cirilo. O religioso não era nada tolerante, tanto que, logo após assumir seu cargo, fechou à força um grupo cristão considerado herege.
Os dois, o prefeito e o bispo, acabaram travando uma grandiosa batalha. Como Hipátia era amiga de Orestes, ela acabou se prejudicando fatalmente por isso.
CIRILO MANDOU MATAR HIPATIA E FOI DECLARADO SANTO ( SANTO CIRILO) PELA IGREJA CATÓLICA, DEVIDO AOS SERVIÇOS PRESTADOS AO CRISTIANISMO.

Hipátia foi vítima de inveja política que existia por essa altura, uma vez que ela tinha conversas frequentes com Orestes. Foi reportado de um modo calunioso entre a população Cristã de que era ela quem impedia Orestes de se reconciliar com o bispo.


Em pleno século IV, uma mulher ter tanto poder nas mãos era único e prevendo dias difíceis, Hipatia decide arregaçar as mangas e usar a sua influência para combater o crescente poder dos intolerantes cristãos.


"As fábulas devem ser ensinadas como fábulas, mitos como mitos e milagres, como fantasias poéticas. Ensinar superstições como se fossem verdadeiras é terrível. A mente da criança aceita e acredita nelas, e somente com muita dor, e talvez tragédia, ele pode se livrar delas ao longo dos anos."-- HIPÁTIA DE ALEXANDRIA
Nessa frase de Hipátia; ela estava prevendo a escuridão que a humanidade se lançaria após a sua morte.

TRAILER FILME: ÀGORA - ALEXANDRIA -- FILME COMPLETO NO FINAL DESSE ARTIGO.


Muitas vezes violentos e invariavelmente adversos a que uma mulher lhes dissesse as verdades sem papas na língua, os cristãos de Alexandria eram liderados pelo patriarca Cirilo.

Cirilo tentava submeter à sua autoridade junto ao prefeito de Alexandria, Orestes; um antigo aluno de Hipatia que continuava a estar sob a sua influência.


Devido a isto, alguns deles apressaram-se no seu zelo feroz e fanático, cujo líder era Pedro o declamador, emboscaram-na enquanto ela voltava para casa, arrastaram-na da sua carruagem, levaram-na para a igreja chamada Caesareum, onde eles a despiram e a mataram usando azulejos [conchas de ostras].

Depois de terem rasgado o seu corpo em pedaços, levaram os seus membros mutilados para um lugar chamado Cinaron, onde eles a queimaram.

Este incidente não deixou de trazer vergonha, não só para Cirilo mas para toda a Igreja Alexandrina.

Porque certamente nada está mais afastado do espírito do Cristianismo do que a permissão de massacres, lutas e transações deste tipo.

Não sabemos o que falaram da Hipátia para que houvesse tanto ódio dos fanáticos cristãos por ela, mas o Bispo John de Nikiu, que viveu algumas centenas de anos depois desses fatos (700 EC.), escreve sobre ela: 👇🏼


"Uma "mulher pagã que fascinou as pessoas da cidade e o Governador através de seus encantamentos".


Ou seja, para a Igreja, Hipátia era uma bruxa e como todas as outras mulheres, pelos próximos mil anos que ousaram ser inteligentes, influentes entre o povo e livres-pensadoras, ela teve de ser torturada e queimada.


Com o assassinato de Hipátia e dos filósofos, cientistas e sábios da época, incluindo o conhecimento e a sabedoria pagã dos povos europeus, os cristãos conduziram a humanidade à Idade das Trevas, durante toda a Idade Média.


A morte de Hipátia em 415 EC, marcou o fim de uma era de racionalidade e conhecimento e a entrada da humanidade na chamada “Idade das trevas”.

Vamos entender !! 👇🏼



CENAS FORTES: A MORTE DE HIPATIA.


A ciência iria emudecer até ao Renascimento e a voz emancipada das mulheres por muito mais tempo, todavia, no século XVI, o pintor renascentista Rafael decidiu vingar o seu assassínio de forma bem peculiar.


Enquanto ornamentava o teto da sumptuosa biblioteca pessoal do Papa Júlio II, o mestre de Florença ousa pintar um fresco no qual Hypatia surge em posição central, por baixo das figuras de Platão e Aristóteles. Como seria de prever, o Sumo Pontífice odiou a ideia e proibiu que a imagem aparecesse. No entanto, Rafael desobedeceu e sorrateiramente, introduziu Hipatia na pintura, disfarçando-a noutra personagem.


No fim, o destino tornou-se em ironia, pois apesar ter sido condenada à morte por um patriarca cristão, a sua imagem observa até hoje, com um olhar direto e altivo, os líderes da igreja católica.


Seguem imagens abaixo:






A BIBLIOTECA DE ALEXANDRIA E HIPATIA, POR CARL SAGAN



Nos tempos antigos, a palavra museu normalmente se referia a um estabelecimento religioso, um templo para a adoração das musas; a criação de Ptolomeu era um templo figurativo para as musas, um lugar para cultivar as artes que elas simbolizavam. Era uma versão antiga de um grupo de reflexão: os membros, compostos por escritores, poetas, cientistas e estudiosos, eram nomeados pelos Ptolomeus de forma vitalícia e gozavam de um belo salário, isenção de impostos (um privilégio significativo no reino ptolomaico), hospedagem gratuita e alimentação. Não havia perigo de esgotamento de recursos, já que a instituição possuía uma verba concedida por Ptolomeu I quando ele a criou.

EXTRA: A ALEXANDRIA DE HOJE, DO FAROL A RECONSTRUÇÃO DA BIBLIOTECA


BONUS - FILME ÁGORA-- ALEXANDRIA

ÀGORA, com o título “ALEXANDRIA” em versão brasileira, é um filme espanhol, lançado em 09 de Outubro de 2009, dirigido por Alejandro Amenábar e tendo como elenco principal Rachel Weisz e Max Minghella.


SINÓPSE:

O filme tem como inspiração na vida de Hipátia, que foi uma filosofa, matemática e astrônoma, ela é personagem principal e representa uma figura revolucionária para a época, principalmente por ser mulher e estar a frente da educação de homens. Em diversas cenas mostra Hipátia na Biblioteca de Alexandria com seus rolos de papiros, onde se guardavam o conhecimento da época.

Ágora nos leva a idealizar o que pode ter sido a Biblioteca de Alexandria, que se passa no Egito tomado pelos romanos, quando a cidade está vivendo um período agitado em torno de ideias religiosas, avanço do cristianismo, a relação com judeus ortodoxos, e o envolvimento com a política e a ciência.

Para bibliotecários e futuros bibliotecários o filme serve de inspiração e curiosidade, já que a Biblioteca de Alexandria foi a maior da antiguidade e por isso pode ser considerada a mais famosa da história.



CURIOSIDADES:

Se Hipátia foi retratada em sua época, nenhum retrato dela se preservou. Esta imagem, executada segundo os cânones da magnífica escola de pintura de Fayum, já foi considerada uma representação da filósofa. Mas, na verdade, é o retrato mortuário de uma dama da aristocracia egípcia que viveu dois séculos antes



Imagem mais aceita de Hipatia.

Quem foi a primeira filósofa mulher?

Temistocleia (o nome é muitas vezes soletrado como Themistokleia) foi uma profetisa de Delfos, um dos mais importantes oráculos da Antiguidade grega.


De acordo com as fontes sobreviventes, ela é considerada a mestre de Pitágoras, além da possibilidade de ter sido sua irmã.


Depois de Pitágoras ter criado o termo filosofia, que lhe valeu o título de "pai da filosofia", ela tornou-se a primeira mulher na história à qual o termo "filósofa" foi aplicado.


Segundo o filósofo Aristoxenos foi a grande mestra de Pitágoras, introduzindo-o aos princípios da ética.

Não existem registros de como seria sua aparência.




NOTA:


Em relação ao filme, é mostrado como Hipátia questionava o sistema ptolomaico e as suas falhas, em especial, criticando os epiciclos do sistema geocêntrico. Ao longo de sua vida ela foi construindo a ideia de que o movimento das estrelas em torno da Terra poderia ser uma ilusão causada pelo movimento da Terra em torno do Sol, tal como havia sugerido o antigo astrônomo grego Aristarco de Samos 250 EC.

No filme, Hipátia faz menção também ao cone de Apolônio, um modelo utilizado no ensino das seções cônicas, conforme apresentadas no trabalho do geômetra Apolônio de Perga.


Geralmente o cone é feito em madeira, e passa por 4 seções, mostrando nas faces destas seções o círculo, a elipse, a parábola e a hipérbole em cada uma das suas peças.

Cone de Apolônio



No filme, Hipátia faz um experimento interessante: sugere que um de seus companheiros solte um saco de areia do topo do mastro de um barco em movimento e mostra a Orestes que o saco cai rente ao mastro e não em uma distância maior como supunha a crítica dos geocentristas ao modelo heliocêntrico.


Desta forma ela começa a suspeitar sobre os movimentos das estrelas em uma noite, e que a Terra poderia ser somente mais um planeta em torno do Sol. O movimento das estrelas e dos planetas em torno da Terra era aparente, ou seja, refere-se ao deslocamento de um corpo em relação a um sistema de referência em movimento também.

Hipátia então começa a considerar o tamanho do Sol em relação às estações do ano e como pareciam mais próximos ou mais distantes da Terra.

Para ela, o Sol precisaria ocupar duas posições distintas para que todas essas variáveis fizessem sentido e explicassem as observações.


Então, no filme, em uma noite tem uma epifania junto a seu ajudante Aspásio considerando o cone de Apolônio e descreve a orbita da Terra como uma elipse e não um círculo perfeito. Desta forma o Sol estaria posicionado de forma diferenciada no Sistema Solar e explicaria toda a mecânica da translação.


Hipátia descreve, então, com dignidade o que Johanes Kepler foi re-descobrir mais de 1.200 anos depois.


Cena de Hipatia fascinada em seu experimento e ao fundo, seu aluno e escravo Davus, que se tornou devoto cristão.

MENSAGEM: Ex Uno Omnia - All Things Are From One


"EX UNO OMNIA - "A menos que você se faça igual a Deus, você não o compreenderá. Cresça para uma imensidão imensurável, supere todo o seu corpo, supere todo o tempo, torne-se eternidade e você entenderá a Deus. Sabendo que nada é impossível para você, considere-se imortal e capaz de entender a tudo, toda a arte, todo aprendizado, o temperamento de todo ser vivo. Atinja a maior altura e a maior profundidade.

Colete em si todas as sensações do que foi feito de fogo e água, do seco e molhado, esteja em todo lugar ao mesmo tempo no interior, no mar, no céu, e quem ainda não nasceu, esteja no ventre, seja jovem, velho, morto, além da morte. E, quando você entender tudo isso de uma só vez, tempos, lugares, coisas, qualidades e quantidades, poderá entender a mente de Deus."


Adaptado do Mind to Hermes (Corpus Hermeticum Treatise XI)

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Importante vídeo da Professora Mc Pereda para entender o contexto da História que se sucedeu pós era de Hipatia.


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FLAVIO AMATTI FILHO - PESQUISADOR - EQUIPE ARQUEOHISTÓRIA

Obrigado pela leitura e até o próximo POST

Um abraço

FLAVIO AMATTI FILHO














Bibliografia, Fontes e Referencias:

  1. John M. McMahon, entrada "Theon of Alexandria" em Virginia Trimble, Thomas Williams, Katherine Bracher (2007),Biographical Encyclopedia of Astronomers, páginas 1133-4. saltador

  2. ^Saltar para:a b c Edward Jay Watts, (2008),City and School in Late Antique Athens and Alexandria, página 191-192. Imprensa da Universidade da Califórnia

  3. ^ Edward Jay Watts, (2006), Cidade e Escola na Antiguidade Tardia Atenas e Alexandria . "Hipatia e cultura filosófica pagã no final do século IV" , páginas 197–198. Imprensa da Universidade da Califórnia

  4. Roma, Adolfo (1931–1943). Commentaires de Pappus et de Théon d'Alexandrie sur l'Almageste. Tomo III . Itália: Vaticano. pág. 807.

  5. ^ Frank J. Swetz, (1994), Learning Activities from the History of Mathematics , página 18

  6. ^ TL Heath, (1921), uma história da matemática grega , vol. 1, página 57. Oxford

  7. ^ Thomas Little Heath (1921). Uma história da matemática grega . Oxford, Clarendon Press.

  8. ^Saltar para:a b James Evans, (1998),The History and Practice of Ancient Astronomy, página 240 e nota de rodapé 35. Oxford University Press. ISBN0-19-509539-1

  9. ^Saltar para:a b Anne Tihon, "Theon of Alexandria and Ptolemy'sHandy Tables" em Noel M. Swerdlow, (1999),Ancient Astronomy and Celestial Divination, página 359. MIT Press. ISBN0262194228

  10. ^Saltar para:a b Alan Cameron, Jacqueline Long, (1993),Barbarians and Politics at the Court of Arcadius, página 45. University of California Press. ISBN0520065506

  11. ^ A. Mark Smith, (1999), Ptolomeu e as fundações da ótica matemática antiga , página 16. American Philosophical Society. ISBN 0871698935

  12. ^Saltar para:a b James Evans, (1998),The History and Practice of Ancient Astronomy, página 276. Oxford University Press. ISBN0-19-509539-1

  13. ^ James Evans, (1998), a história e a prática da astronomia antiga , página 156. Oxford University Press. ISBN 0-19-509539-1

  14. ^Saltar para:a b James Evans, (1998),The History and Practice of Ancient Astronomy, página 90. Oxford University Press. ISBN0-19-509539-1

  15. Ir para:a b Malone, John C. (30 de junho de 2009). Psychology: Pythagoras to present. [S.l.]: MIT Press. p. 22. ISBN 9780262012966. Consultado em 25 de outubro de 2010

  16. Ir para:a b «Women Philosophers». Consultado em 18 de setembro de 2010. Arquivado do original em 24 de agosto de 2010




1件のコメント


Elciene Galindo
Elciene Galindo
2023年1月11日

Excelente artigo! Gratidão!

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