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Yajuj e Majuj : A visão Islâmica de Gogue e Magogue

Atualizado: 31 de out. de 2023

Gogue e Magogue possui tantos morfismos ao longo da história, pois desde séculos e séculos nos idos anos de AEC, passando pelos contos Bíblicos, atravessando anos e anos até os Citas, os Mongóis e Império Islâmico ( Yājūj e Mājūj ), estão sempre reinventando essa narrativa profética.

No entanto, quem sabe agora, venha para valer e realização dessa profecia, lá pelos lados da área que compreende o Mar Negro/Cáspio e adjacências, remetendo aos conflitos que cerceiam atualmente nessa questão Ucrânia / Rússia, como o preparo do sonho islâmico Kizil Elma e Setorização para estabelecimento de uma regional da NOM, visto que o temor NOVA ORDEM é tão antiga e era, e é comumente usada, desde o Império Turcomano dos Seljúcidas!!!!


A profecia das religiões abrahamicas, virá para valer dessa vez ?



O mapa-múndi dos Bórgia. A África está no topo do mapa, com a Europa no canto inferior direito. Biblioteca do Vaticano ,

O mapa dos Bórgia , é um mapa-múndi gravado em cobre, provavelmente datado de 1430 EC, e mostra Gog e Magog, identificados como judeus confinados e que são mostrados à esquerda, representando o extremo oriente. No final do século 18, o artefato chegou a um antiquário, de onde passou a fazer parte da coleção do cardeal Stefano Borgia, dai o nome do mapa. No entanto, nada sobre a autoria do mapa de Borgia é conhecido.


ANTES DE CONTINUAR A LER ESSE ARTIGO, É VITAL e IMPORTANTE LER O ARTIGO ANTERIOR DE LINK LOGO ABAIXO!



Uma parte do Islã é historicamente uma coisa só com os ortodoxos russos.


O verdadeiro Kizil, advém da narrativa de GOGUE e MAGOGE e o conto ISLAMICO de Yājūj e Mājūj nas terras do MAR NEGRO e MAR CÁSPIO.


TERRAS DE GOGUE e MAGOG - ( Yājūj e Mājūj ). Vista espacial do Mar Negro /Cáspio, Turquia, e adjacências nessa questão Ucrânia / Rússia como preparo de Kizil Elma e Setorização para estabelecimento de uma regional da NOM.



 
Gogue e Magogue, de acordo com o profeta bíblico Ezequiel, são exércitos dos inimigos finais do povo judeu, os quais invadiriam a terra de Israel logo antes da volta de Jesus. Embora os mestres de profecia hoje se apeguem à ideia de que a Batalha de Gogue e Magogue é uma batalha preliminar e distinta da Batalha do Armagedom, essa convicção é de fato uma opinião relativamente nova e minoritária dentro da história da igreja. Considere a seguinte pesquisa parcial sobre as opiniões de teólogos, tanto cristãos quanto judeus, que há muito esperavam que os exércitos anticristãos de Gogue e Magogue viriam da terra da Turquia: Yājūj e Mājūj

VAMOS ENTENDER !!! BOA LEITURA!👇🏼👇🏼👇🏼


GOG e MAGOG nas escatologias, Judaicas, Cristãs e Islâmicas.


Gog e Magog aparecem na Bíblia e no Alcorão como indivíduos, tribos ou terras. Em Ezequiel 38 , Gog é um indivíduo e Magog é sua terra; em Gênesis 10, Magog é um homem e é um ancestral homônimo de uma nação, mas nenhum Gog é mencionado.


Na época de Apocalipse 20:8, a tradição judaica há muito havia mudado o "Gogue de Magog" em "Gog e Magog".


A profecia de Gog deve ser cumprida na aproximação do que é chamado de " fim dos dias ", mas não necessariamente, o fim do mundo.

Na escatologia judaica, Gog e Magog são como inimigos a serem derrotados pelo Messias, e assim, se iniciaria o início da era do Messias.


Já em uma visão dentro do Cristianismo, é bem mais apocalíptica, torna Gogue e Magogue, indicando nações em vez de indivíduos, que são aliados de Satanás contra Deus no final do milênio, conforme descrito no Livro do Apocalipse 13.


Uma lenda foi anexada a Gog e Magog na época do período romano, de que os Portões de Alexandre foram erguidos por Alexandre, o Grande, para repelir a tribo.


O historiador judeu romanizado Flavio Josefo, os conhecia como uma nação descendente de Magogue, o Jafetita, (povo dessedente Jafé, um dos filhos de Noé) como no Gênesis , e explicou que eram os citas.



Mapa que mostra a Citia

A Cítia foi uma região na Eurásia habitada na Antiguidade por um grupo de povos iranianos falantes de línguas iranianas conhecidos como citas, entre o século VIII AEC. e II EC.


A localização e extensão da Cítia (Scythia), varia com o tempo, da região dos Montes Altai, onde as fronteiras de Mongólia, China, Rússia e Cazaquistão se encontram à região do baixo Danúbio na Bulgária.

Nas mãos dos primeiros escritores cristãos, eles se tornaram hordas apocalípticas, no entanto, ao longo da Idade Média , eles foram identificados como vikings , hunos , khazares , mongóis , turanianos ou outros nômades, ou mesmo, as Dez Tribos Perdidas de Israel .


Os citas são mencionados na Bíblia, no capítulo 38 do livro de Ezequiel e nesta passagem da Bíblia, o profeta usa o nome hebraico Magogue.


O historiador judeu romanizado, Flávio Josefo, diz que os magoguitas eram chamados de citas pelo gregos (Antiguidades dos judeus 1.6.1)

Conforme já disse acima, uma lenda foi anexada a Gog e Magog na época do período romano, de que os Portões de Alexandre foram erguidos por Alexandre, o Grande, para repelir a tribo, sendo que tais "Portões de Alexandre", também conhecido como Portas do Cáspio, eram várias passagens nas montanhas que passaram a ser associadas a Alexandre, o Grande e estão localizados entre as fronteiras da Partia e Citia, vide mapa acima.


Esses portões foram supostamente transformados em um muro construído por Alexandre no Cáucaso para manter as nações apocalípticas de Gog e Magog.


Uma história semelhante também aparece no Alcorão, Surat al-Kahf 83–98. O Alcorão descreve uma figura conhecida como Dhu al-Qarnayn, tradicionalmente considerada como sendo o Alexandre, o Grande, que construiu uma parede de ferro entre duas montanhas para defender o povo de Yajuj e Majuj

Surat al-Kahf


Assim sendo, a lenda de Gog e Magog e os portões também foram interpolados nos romances de Alexandre e projetados para serem uma barreira contra os citas.

Essas referências ocorrem em duas obras distintas, sendo em A Guerra Judaica que afirma que os portões de ferro que Alexandre ergueu eram controlados pelo rei da Hircânia (no extremo sul do Mar Cáspio), e permitia a passagem dos portões para os alanos (a quem Josefo considerava uma tribo cita) e que resultou no saque da Média.

Já a segunda obra que Josefo menciona, é em Antiguidades dos Judeus, com duas passagens relevantes, sendo uma dando a ascendência dos citas como descendentes de Magogue, filho de Jafé , e outra que se refere aos Portões do Cáspio sendo violados pelos citas aliados de Tibério durante a Guerra Armênia.


De acordo com uma interpretação, "Goth e Magothy" são os reis das nações impuras que Alexandre conduziu por uma passagem na montanha e impediu de cruzar sua nova muralha. Diz-se que Gog e Magog se envolvem em canibalismo humano nos romances e na literatura derivada e também foram representados em mapas cosmológicos medievais, ou mappae mundi , às vezes ao lado da parede de Alexandre.


IMPORTANTE : A fusão de Gog e Magog com a lenda de Alexandre e os Portões de Ferro foi disseminada por todo o Oriente Próximo nos primeiros séculos da era cristã e islâmica.


Eles aparecem no Alcorão no capítulo Al-Kahf como Yajuj e Majuj, tribos primitivas e imorais que foram separadas e isoladas por Dhu al-Qarnayn ("Ele dos Dois Chifres") que é mencionado no Alcorão como um grande governante justo e conquistador.






ENTENDA!! VIDEO EXCLUSIVO LEGENDADO ARQUEOHISTORIA.

CREDITOS: THE BELIEVER






O vídeo completo não está disponível; foi ocultado pelo canal The Believer por razões desconhecidas, porém, podemos pensar em vários motivos e quem sabe, um desses motivos, seja a iminente realização dessa profecia.


Fiquem com um Vídeo do mesmo canal, que complementa tudo que foi exposto aqui.

Ative a tradução nas opções do vídeo !




NOTA DO AUTOR.


Portanto, a narrativa profética de Gogue e Magogue ou Yājūj e Mājūj, não é apenas um episódio nos livros religiosos e inserida dentro das crenças Judaicas, Cristãs e Islâmicas.


Quando o Sol se encontrar com a Lua e com a Estrela, sabei que é chegado o fim. "Quando vos afirmarem: “Paz e segurança!”, eis que repentina destruição se precipitará sobre eles, assim como “as dores de parto” tomam uma mulher grávida, e de forma alguma encontrarão escape." 1 Tessalonicenses 5:3


Tanto a Turquia, quanto Rússia e Israel, carregam em si, desde a Religião até a Política, essa narrativa profética, pois tudo está intrinsicamente ligado.

Qualquer ação politica, carrega em si a narrativa religiosa por detrás, que vem de séculos e séculos até os dias atuais.

O Oriente sempre foi movido pelas crenças religiosas; de Suméria, Acádia, Assíria, Babilonia em diante, não há sequer, um povo ou nação que não tenha tido em sua história, uma forte influencia sob esse contexto Religião <> Política <> Religião.


Já o Ocidente, e especialmente, as nações mais novas, são incautas nesse saber, contudo, necessitam urgentemente ter esse conhecimento para que uma possível consagração dessa profecia, não as tome de surpresa.




Grande concentração de muçulmanos em 23/04/23 na cidade de Moscou, marcando o fim do Ramadã, a época mais sagrada do ano do ISLAMISMO.


O dia também foi marcado por protestos na capital russa, devido à um impasse que impede a construção de uma mesquita para 60 mil pessoas.


Isso levou os combatentes chechenos de Kadyrov (que são muçulmanos,) a dizerem que se a mesquita não for construída, eles deixarão de lutar contra os ucranianos e voltarão as suas armas contra as forças russas na Ucrânia.

 

LEIA TAMBÉM !


DAJJAL - O Messias Impostor do Islamismo (Anticristo).


 


 






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Bibliografia, Fontes e Referencias:

https://pt.wikipedia.org/wiki/C%C3%ADtia

https://en.wikipedia.org/wiki/G%C3%B6kt%C3%BCrks


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  24. ↑ Puri, B.N.. "The Sakas and Indo-Parthians" in Ahmad Hasan Dani, Vadim Mikhaĭlovich Masson, János Harmatta, Boris Abramovich Litvinovskiĭ, Edmund Bosworth. History of Civilizations of Central Asia, Motilal Banarsidass Publ, 1999. Citação: "The Indo-Greeks in Kabul impeded further Saka progress and compelled them to move westwards in the direction of Herat and thence to Sistan. This country was finally named Sakastan after them." ("Os indo-gregos de Cabul impediram o avanço dos sacas e lhes forçaram a se deslocar para oeste, na direção de Herate, e de lá para o Sistão. Este país recebeu o nome de Sacastão, em sua homenagem.

  25. ↑ Hathaway, Jane. A Tale of Two Factions: Myth, Memory, and Identity in Ottoman Egypt and Yemen. SUNY Press, 2003. Citação: "Sistan (Sakastan) takes its name from the Scythians" ("Sistão (Sacastão) recebeu seu nome a partir dos citas.")

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